Pastoral

Alegria para enfrentar a vida

Alegria para enfrentar
Paula Baptistão
Escrito por Paula Baptistão

Alegria para enfrentar a vida

Texto: 1 Samuel 1:1-10

Havia certo homem de Ramataim, zufita, dos montes de Efraim, chamado Elcana, filho de Jeroão, neto de Eliú e bisneto de Toú, filho do efraimita Zufe.
Ele tinha duas mulheres; uma se chamava Ana, e a outra Penina. Penina tinha filhos, Ana, porém, não tinha.
Todos os anos esse homem subia de sua cidade a Siló para adorar e sacrificar ao Senhor dos Exércitos. Lá, Hofni e Finéias, os dois filhos de Eli, eram sacerdotes do Senhor.
No dia em que Elcana oferecia sacrifícios, dava porções à sua mulher Penina e a todos os filhos e filhas dela.
Mas a Ana dava uma porção dupla, porque a amava, mesmo que o Senhor a houvesse deixado estéril.
E porque o Senhor a tinha deixado estéril, sua rival a provocava continuamente, a fim de irritá-la.
Isso acontecia ano após ano. Sempre que Ana subia à casa do Senhor, sua rival a provocava e ela chorava e não comia.
Elcana, seu marido, lhe perguntava: “Ana, por que você está chorando? Por que não come? Por que está triste? Será que eu não sou melhor para você do que dez filhos? ”
Certa vez quando terminou de comer e beber em Siló, estando o sacerdote Eli sentado numa cadeira junto à entrada do santuário do Senhor, Ana se levantou
e, com a alma amargurada, chorou muito e orou ao Senhor.

Olá pessoal,

Aprendo lições com o meditar desse texto que devemos refletir.

Uma luta, um sofrimento que dura há muito tempo pode gerar em nós tristeza, amargura e abatimento. Quantas vezes nos vemos diante de uma situação intransponível, irreversível, algo inesperado que esperávamos viver uma realidade bem diferente daquela que vivemos atualmente.

Ana nunca pensou que poderia ser estéril. Aliás, uma mulher naquela época ser estéril significava vergonha, pois não havia valor para uma família sem filhos. De acordo com a lei (Dt. 21:15-17), seu marido poderia casar-se com outra mulher. E para tristeza de Ana, a outra mulher teve muitos filhos e Ana não.

A esterilidade, a falta de conquista, a impotência no dia a dia traz em nós uma sensação de não existir. Ana se sentia assim sem alegria para enfrentar suas realidades.

Situações que roubam a nossa alegria:

v.5 Olhar só para aquilo que não tenho e não possuo;

Ana só enxergava o que a outra tinha e não enxergava o que Deus havia entregado nas mãos dela. Evite comparações, pois é desleal você querer nivelar sua vida com alguém que vive outra história bem diferente da sua. Valorize o que está em suas mãos e aprenda se alegrar.

v.7 Concentrar-se somente nas necessidades

O que ela mais queria era um filho. Ana não entendeu que Deus havia deixado estéril; não porque Ele é um Deus mal e quer ver nosso sofrimento, mas porque Ele deseja que o nosso coração, louvor e busca não seja por causa das nossas necessidades e sim porque O amamos verdadeiramente. Tire os olhos da sua necessidade e olhe para Jesus. A sua solução não está em algo que você necessita, mas Naquele que pode suprir tudo que Ele sabe que você precisa.

v.8 e 10 Entregar-se a tristeza e amargura

Ana chorava excessivamente e não comia. Muitas vezes as lágrimas nos impedem de enxergar os propósitos do Senhor. Ficamos tão debilitados e amargurados diante de algo difícil que perdemos nossa sanidade espiritual, ficamos frustrados, perdemos o brilho no olhar, paramos de fazer planos e em muitos casos somos levados a uma depressão na alma.

Assim como Ana se posicionou, venceu a tristeza, amargura, depressão, que possamos hoje discernir aquilo que está ao nosso redor e que tem roubado nossa alegria. E assim como ela, voltar-se ao Senhor, receber o Seu renovo e ter o milagre em nossos braços.

Algumas coisas para você não esquecer:

– A alegria não é um estado de emoção externa e sim um posicionamento espiritual

– A alegria é Fruto do Espírito (devemos buscá-la)

– Volte-se ao Senhor e verá mudanças em sua vida

– Pará de servir ao problema e começa servir a Deus

– Alimente-se do que vai transformar sua vida (oração e palavra)

“Alegria é estar bem, acima das circunstâncias sabendo que minha dependência vem do Senhor”.

 

No amor de Cristo,

Paula Baptistão

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Sobre o Autor

Paula Baptistão

Paula Baptistão

Nasceu em São Paulo, 18 de Abril de 1982. Se converteu e se batizou aos 9 anos, filha de pastora, sendo a quarta geração na família de servos de Deus. Casada com Pastor Milson, mãe de Maressa Paola.
Formada em Marketing e palestrante em Liderança e Comunicação.
Missionária e evangelista por paixão, foi líder de Dança e Ministério de Mulheres por mais de quinze anos.
Como pastora morou em diversas cidades implantado e formando igrejas.
Desde 2015 na Adai, atuando hoje como supervisora da Rede Ministerial e estudante do Adai College.

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